segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Traição Laranja

Traição laranja
   
Que o PSD já não era alternativa de Governo todos sabíamos mas a confirmação fica por conta da acção deste partido no passado e no presente, partido que em momento algum defendeu verdadeiramente os interesses da Região.

  Durante trinta anos governou e conduziu à falência e ao endividamento a Região, mas de forma matreira toda esta atividade foi escondida aos madeirenses e ao próprio Governo Central, o que levou a que tivesse que ser aplicado à Região o PAEF que fez disparar preços e impostos.

Graças a estes senhores do PSD estamos a pagar tudo mais caro, senhores que não tiveram consideração pelas famílias e pelas empresas em cada vez mais dificuldades e que com toda a lata, nas costas das pessoas, prolongaram mais um ano o PAEF, ou seja, vamos continuar a pagar as dívidas que eles fizeram.

O ponto da situação é negro e duro mas de fácil leitura: O PSD faliu a Região, traiu os madeirenses e mostrou uma total falta de respeito pelas dificuldades das pessoas, mais grave, depois da asneira feita, vão abandonar quem neles votou deixando para trás uma dívida e muita obra inacabada.
Falta dizer que o Miguel Albuquerque também sabia do prolongamento do PAEF que estava a ser preparado nas costas dos madeirenses, o que quer dizer, que ele é apenas a continuação dos fantasmas do passado e votar nele será votar na continuação deste afogo financeiro.


Andreia Gouveia 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Bem Vindos a 2015

 O ano já começou e eu ainda não tinha tido tempo para cá vir escrever aquele que julgo ser o primeiro de muitos artigos que quererei partilhar convosco ao longo deste ano.

  A verdade é que 2015 começou há pouco mais de duas semanas e já se registam algumas mudanças nos quadros políticos e sociais da Região e do Mundo que merecem a nossa total reflexão.

 Com a admiração e o orgulho que me é característico por ter apoiado o Movimento Juntos Pelo Povo de Filipe Sousa, vejo a atitude de defesa intransigente dos munícipes ser posta em prática diariamente e um ano depois sei que fiz o voto certo na equipa certa, em 2015 sei que continuarão a fazer mais e melhor, muitos deverão seguir-lhes o exemplo.

  Registo a vitória do Miguel Albuquerque nas internas do PSD, mas é importante que esta vitória seja a marca da mudança e não a continuação de um sistema político que faliu e arruinou a nossa Região, se desta mudança interna não resultar bons frutos temo que a vitória de Miguel Albuquerque seja um autentico fracasso, diria mesmo uma "morte na praia".

Os atentados terroristas em França requerem a nossa total atenção, eis um alerta profundo para aquilo que poderá ser o desencadeamento de grandes alterações sociopolíticas no Mundo. Condeno veemente a atitude barbara e sanguinária de "seres humanos" que envergonham a minha espécie e semeiam o caos e o terror em detrimento do diálogo e do entendimento.

Posto isto desejo a todos os meus amigos e inimigos um bom ano de 2015, que juntos sejamos capazes de uniformizar e unir o Mundo através do diálogo, do bom senso e do respeito pelos valores da dignidade humana não esquecendo, que temos sempre na mão o poder de escolher, decidir e caminhar no rumo certo, se cada um de nós tiver esta consciência, fica a certeza que de hoje a um ano estaremos cá num Mundo melhor.

Andreia Gouveia

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Aqueles que os outros querem ser:

Thomas Jefferson (3ª Presidente dos EUA) disse:

"Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade do público."

 Não é apenas necessário, mas primordial que os atuais políticos se revejam nesta frase.

Numa altura em que diversos partidos políticos se debatem, não só com questões sérias de liderança interna, mas também com o colocar em causa das suas políticas e ideias, observo algumas figuras numa luta acesa para obter um lugar elegível. Nunca é demais lembrar a quem tem o poder de os eleger, que todas as eleições são formas democráticas de mudar o decurso da história e de melhorar o que se tem feito até aqui.

Para simpatizantes e militantes eis a oportunidade de escolher, não o líder mais carismático ou demagógico, mas aquele capaz de fazer da política um serviço público e que seja capaz de encontrar verdadeiras soluções que sirvam os interesses de toda a população. Um ser humano capaz de colocar o bem comum à frente dos interesses pessoais e com uma capacidade de diálogo que permita entendimentos onde estes sejam necessários.

Tenho visto muitos candidatos a líderes que mais não têm que muita lábia, mas que uma vez colocados no poder exercerão uma ditadura disfarçada, pincelada por manobras manhosas e que servirão os interesses apenas de "meia dúzia". É com esses candidatos, lobos com pele de cordeiro, com quem precisamos de ter cuidado, nem que seja para não voltarmos a cair nos mesmos erros.

Continuo a dizer que o problema não está nos partidos, nem na política de uma forma geral, mas nas pessoas que exercem esse serviço público, pessoas essas que vêem na política não uma forma de servir, mas de ver servidos os seus interesses.

Precisamos de mudanças urgentes e o momento é oportuno para fazer uma espécie de "limpeza" em determinados partidos

Andreia Gouveia

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Dia do Concelho de Santa Cruz, 499 de História


 
A mudança chegou ao Concelho de Santa Cruz e veio para ficar. Não foi só a equipa camarária que mudou, ganhamos rigor nas contas, transparência nas decisões e foi acima de tudo uma mudança em que o povo faz agora, verdadeiramente, parte dela e da vida do Concelho.

As provas ficam sempre por conta das atitudes e apesar de haver um protocolo para respeitar, não deixo de mostrar o meu total agrado por ontem observar que todos, entidades oficiais e povo, juntaram-se para comemorar uma data tão importante. Pela primeira vez todos puderam tomar parte da Sessão Solene e homenagear Santa Cruz.

Quanto aos discursos da Sessão Solene, posso realçar a importância da palavra que foi concedida a todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, nunca antes tal atitude tinha sido tomada, o que revela da parte do executivo liderado por Filipe Sousa algo de nobre valor, revela um respeito pela democracia e pelas forças políticas com representação no Concelho.

Aos que não querem falar do passado é importante lembrar que não se pode apagar o passado, é importante não cair nos mesmos erros e vícios de antes.


Aos Santacruzenses desejo o melhor com a certeza que dias melhores sempre virão, daqui a um ano, na celebração dos 500 anos desta nobre cidade, uma data que será certamente emblemática, possamos novamente partilhar este espírito de união, nos sentirmos filhos de Santa Cruz e que a democracia, que ontem foi bem visível, se mantenha intocável em todos os seus valores.

Andreia Gouveia

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Juventude é o futuro


 A generalização nunca foi a melhor forma de abordar uma questão, até porque conheço alguns jovens interessados, motivados e conhecedores do mundo à sua volta, mas assusta-me perceber que a grande maioria de nós não dá a mínima importância a coisas relacionadas com temas que irão influenciar, em algum momento da nossa vida, a liberdade e a democracia de que somos herdeiros.

Assusta-me ver que a maioria sabe o resultado do último jogo de futebol, mas não sabe quem é o Dr. Passos Coelho ou o Dr. Cavaco Silva.

Assusta-me ver que a maioria sabe o último filme que estreou no cinema, mas não sabe o que é o FMI, a Troika e a dura austeridade que estes pacotes fiscais impõem às famílias.

Assusta-me ver que maioria sabe as novas tendências musicais, mas não sabe da última exposição ou palestra realizada sobre temas pertinentes da sociedade. 

Assusta-me ver que a maioria sabe em quem votar nos Reality Shows da televisão, mas não sabe em quem votar nas eleições para eleger o seus representantes.

O mundo é das séries, deixou de haver tempo para ler um diário de notícias ou ver um telejornal

A maioria sabe os nomes dos mais recentes cantores, atores e modelos, mas poucos sabem quantos partidos políticos existem, o que defendem ou até mesmo quem os representa.

A maioria entende de tecnologias e electrónicas, mas não sabem nada do que se passa na sociedade, no mundo, na política e na cultura.

Há espaço para todo o conhecimento, desde que haja vontade, desde que haja a capacidade de aprender, não se esquivem do mundo, nunca se esqueçam da responsabilidade cívica do qual somos detentores. O conhecimento daquilo que nos rodeia torna, cada um de nós, pessoas informadas e preparadas para os desafios da atualidade.

Pessoas com o conhecimento e informadas daquilo que as rodeias nos palcos de decisão podem mudar o Mundo.

Andreia Gouveia 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Iluminações


O iluminado do nosso Presidente do Governo Regional lembrou-se de dar mais um tiro nos pés e perdeu uma excelente oportunidade para estar calado. O presidente do Governo Regional diz estranhar que a população “não peça contas a quem os enganou”, aludindo aos novos executivos camarários espalhados por diferentes municípios da Região e que derrotaram os social-democratas a 29 de Setembro. 

É preciso ter alguma falta de bom senso, mas muita amnésia para se esquecer que o seu PSD foi o responsável pela falência da Região. Quem vai pagar? Aqueles que o Senhor Presidente quer que vão pedir contas aos inocentes que viram cair no colo verdadeiros calotes do seu PSD.

Exigir ao povo que peça responsabilidades aos novos autarcas é no mínimo de baixo nível.

Aguarde serenamente, porque o povo não dorme e vai mesmo pedir contas, mas não será a quem governa, com uma lufada de ar fresco, tentando reerguer o que o PSD afundou, o povo já lhes guardou os rostos e os nomes. Nas eleições a resposta será dada... o povo é quem mais ordena.

Andreia Gouveia 

   


quarta-feira, 19 de março de 2014

Democracia são as pessoas



É do conhecimento público as limitações que um Grupo de Cidadãos Eleitores tem de enfrentar à luz da Constituição para se candidatar às eleições que ultrapassem a esfera municipal. São precisas cerca cinco mil assinaturas a cada ano de eleições e isso acaba por limitar a nossa acção enquanto Movimento e partiu daí a nossa opção de transformar este projecto em partido político.


Afinal o que vai mudar? Apenas o estatuto perante a lei de Movimento para Partido, sempre fomos, somos e seremos, Juntos pelo Povo, somos e seremos os mesmos que em setembro mereceram a confiança de um povo que ansiava uma mudança firme e com sentido. Temos e teremos os mesmos ideais, os mesmos valores, a mesma garra e a mesma determinação em defender os interesses das populações.

Esta mudança será boa, pois irá permitir fazer mais e melhor pelas pessoas, pedimos o apoio de quem sempre confiou em nós, porque juntos seremos mais fortes e levaremos a nosso projecto mais longe. Àqueles que usarem esta mudança para denegrir a imagem do JPP, as provas das nossas boas intenções ficarão por conta das nossas atitudes, nada temos a temer, somos o que sempre fomos e teremos sempre a mesma forma de pensar e agir.

Não é a questão de Partido vs Movimento, o que faz a verdadeira democracia são as pessoas que fazem esses Partidos e esses Movimentos terem credibilidade, estatuto e serem dignos da confiança das pessoas.

E o caminho faz-se caminhando...

Andreia Gouveia